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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Cartilha de Proteção Respiratória contra Agentes Biológicos

Atenção:

Vamos conferir e desmitificar o que é um EPR [Equipamento de Proteção Respiratória]
do que é EPI[Equipamento de Proteção Individual]  e como usá los corretamente.

Acessem o link :

http://www.anvisa.gov.br/divulga/public/cartilha_mascara.pdf

terça-feira, 26 de abril de 2011

13ªCampanha de Vacinação

Atenção!!!

 Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza  

Data:    25/4 a 13/5/11– 30/4 (sábado) Dia de Mobilização Nacional


Informe Técnico

 
http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/pdf/IF11_INFLUENZA_VAC.pdf

segunda-feira, 14 de março de 2011

Alerta: conjuntivite

Atenção ao Informe Técnico sobre conjuntivite, publicado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde.
Acessem o link para visualisar o documento na íntegra.
ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/outros/if11_conjuntivite.pdf

Folder:
ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/outros/folder_CONJUN.pdf

Ficha de Notificação:
ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/outros/not_conjun.pdf

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Brasil é líder mundial em pesquisa de doenças infecciosas

A Revista britânica, The Economist, publicou um artigo na edição de janeiro de 2011, que destaca o Brasil como líder no investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para o combate a doenças infecciosas
O título do artigo sugere que o país é um destino promissor para jovens cientistas do mundo todo: “Go south, young scientist” (vá para o sul, jovem cientista - em tradução livre). O texto ressalta que, além de o Brasil ter uma comunidade científica atuante, o investimento financeiro do governo em pesquisa é alto – 1% do Produto Interno Bruto (PIB) - quase o dobro da média dos demais países da América Latina.
Desde 2003, o Ministério da Saúde investe e orienta grande parte de seus recursos a linhas de pesquisa relacionadas às doenças infecciosas da pobreza como, por exemplo, dengue, doença de Chagas e malária. Em 2006, o Ministério da Saúde lançou o Programa de Pesquisa e Desenvolvimento em Doenças Negligenciadas no Brasil, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia
A atuação brasileira na área tem chamado a atenção dos financiadores do mundo de P&D em saúde. Em dezembro do ano passado, o Ministério da Saúde foi convidado pela Bill & Melinda Gates Foundation para uma reunião em Washington com as maiores instituições internacionais que financiam P&D.
O número de pesquisadores brasileiros e de publicações em revistas científicas também está crescendo. São formados anualmente 10 mil PhDs – dez vezes mais do que 20 anos atrás. Entre 2002 e 2008, a participação de pesquisadores brasileiros na publicação de artigos científicos cresceu de 1,7% para 2,7%. Ainda tem aumentado a colaboração de cientistas brasileiros em artigos de pesquisadores de outras partes do mundo: 30% dos artigos assinados por brasileiros têm um co-autor estrangeiro atualmente.
Fonte: Bárbara Semerene, da Agência Saúde – Ascom/MS
26 de janeiro de 2011

Brasil é líder mundial em pesquisa de doenças infecciosas....

Anvisa estabelece novas normas para agulhas e seringas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária modificou as exigências para fabricantes e importadores de agulhas, seringas e  equipos – materiais utilizados em procedimentos médicos e hospitalares. Em 360 dias, o registro destes produtos passa a ser obrigatório no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União do dia 07/02.

Baseadas em normas técnicas nacionais e internacionais, as resoluções RDC 3/2011, RDC 4/2011 e RDC 5/2011 estabelecem os requisitos mínimos de identidade e de qualidade para as agulhas, seringas e equipos. Antes, esses produtos eram apenas cadastrados na Anvisa.

Fabricantes e importadores devem observar as novas exigências estabelecidas pela Agência. Entre os requisitos para obtenção do
registro desses materiais, está a obrigatoriedade de apresentação do Certificado de Boas Práticas de Fabricação (BPF), emitido pela Agência, e da Certificação de Conformidade do Inmetro.

Mais informações, acesse www.anvisa.gov.br.


9 de Fevereiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Secretaria de saúde lança alerta para vacinação contra febre amarela em SP


CAROLINA LEAL
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Com o aumento do fluxo de viagens durante as férias, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo lançou um alerta para que quem vá viajar a áreas de risco se vacine contra a febre amarela. Nenhum caso da doença foi registrado no Estado no ano passado. Em 2009, no entanto, foram 28 --11 pessoas morreram.
A vacina é prioritária para quem viajar a áreas rurais e ribeirinhas com registro da doença. Segundo a diretora de imunização da secretaria, Helena Sato, a área de risco antes era concentrada nas regiões Norte e Centro-Oeste, mas tem sido ampliada nos últimos anos. A vacina agora é indicada também para quem viaja a partes da Bahia, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio do Grande do Sul.
No Estado de São Paulo, houve registro de casos nos municípios das regiões noroeste e sudoeste, como Presidente Prudente, Araçatuba, São José do Rio Preto, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Araraquara, Bauru, Marília, Assis, Botucatu e parte da região de Sorocaba. Visitantes e moradores desses locais devem se vacinar. Já quem for viajar ao exterior deve se informar sobre a necessidade da vacina.
A vacina vale por dez anos e deve ser tomada pelo menos dez dias antes da viagem. Quem perdeu a carteirinha e não tem certeza se tomou a vacina nos últimos dez anos também pode se vacinar novamente.
Crianças podem tomar a vacina a partir dos nove meses de idade. Ela não é indicada para gestantes e pacientes fazendo quimioterapia. Quem tem reação alérgica grave após a ingestão de ovo também não deve se vacinar.
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos. Pode levar à morte em uma semana se não for tratada rapidamente. Ela não é transmitida de pessoa para pessoa. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados.